Coiteense ‘saltou fogueira’ quando descobriu possível golpe na venda do seu carro



 A população de Conceição do Coité ficou estarrecida ao tomar conhecimento de um golpe sofrido pelo maestro Josevaldo Nim da Orquestra Santo Antônio a quase duas semanas, ele que perdeu o carro no valor de R$ 26 mil que havia anunciado em aplicativo de compra e venda e redes sociais.

O caso foi divulgado amplamente na tentativa de informar o maior número de pessoas que ele foi vítima de fraude seguida de furto, porém o bandido levou o carro todo legalizado e firma reconhecida


O individuo que disse morar em Feira mandou o comprovante de deposito para esta conta, mas o dinheiro nunca chegou

Na manhã desta terça-feira, 07, quem ‘saltou uma fogueira’ ao evitar o prejuízo de quase R$ 20 mil foi Dalton Maia, ele tinha colocado seu Fiat Palio à venda e divulgou num aplicativo de compra e venda e apareceu um interessado.

 “Eu já estava na parte de assinar o documento para reconhecer firma e entregar, quando passei a desconfiar de um possível golpe, lembrei de Josevaldo e desisti, rasguei o documento depois de verificar que o cara mandou um suposto cunhado para fazer a compra, mandou o print do deposito e disse que em 40 minutos estava na conta e não aconteceu”, contou.

Vale lembrar que o maestro Josevaldo negociou com uma mulher que dizia morar em Araci e mandou seu filho para vim buscar o carro em Coité, na ocasião ele olhou sua conta no celular e viu o valor da venda depositado, mas não aprofundou a averiguação, tirando o extrato por exemplo, que iria ver o depósito em cheque, e este voltou sem fundos e o músico ficou com todo prejuízo, já que toda informação passada era falsa.


Dalton recebeu em Coité um homem que seria cunhado do interessado pelo carro e ele veio da Gandu no Sul da Bahia.”Estranho que o cara não queria que o suposto cunhando soubesse quanto ele pagou pelo carro, eu pedi um print do depósito e ele disse que tinha sumido da tela, ai comecei a desconfiar, ai o cara que ele disse que era cunhando e veio buscar o carro depositou dezesseis mil na conta do comprador, e eu não entendi mais nada, então o tempo que o cara pediu para o dinheiro está na conta chegou, pedi a um tio meu para conferir se estava na conta dele, ele disse que não tinha nada, o suposto cunhando estava com a parte de venda na mão e peguei e rasguei”, relatou Dalton.

Outro fato muito semelhante a caso do maestro foi marcar um dia e adiar para outro, não se sabe se faz parte da estratégia. Até a foto de um homem na frente de um caminhão como sendo o comprador foi enviada. Seria morador de Feira de Santana e fez o jogo em um terreno e o cunhado disse que queria um carro e o caminhoneiro disse que o meu carro era do jeito que o cunhado queria, mas depois conclui que o cara não era cunhando coisa nenhuma e aparentava ser mais uma vítima, ou seja, esse estelionatário estava negociando meu carro com o rapaz que veio de Gandu e dizia que o mesmo era cunhado dele, eu cheguei a conclusão que ele também pode ter sido vítima, já que depositou dezesseis mil na conta dele (suposto caminhoneiro) pensando que estava comprando na minha mão, mas ele não mim pagou nada”, afirmou Dalton.

O coiteense disse que o homem que veio buscar o carro ficou com prejuízo de R$ 16 mil, pois, pensava que levaria o carro por ter depositado na conta do suposto cunhado e foi a Delegacia prestar queixa ao perceber que tinha sido bloqueado no zap. “O rapaz que foi apresentado como cunhando na verdade foi vítima, pensando que transferindo pra o suposto cunhado em Feira viria aqui pegar o carro, ele ficou no prejuízo e meu carro está comigo e talvez teria perdido, se não lembrasse da história recente do maestro Josevaldo” finalizou Maia.

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