Osni afirma que deputados do PT aprovaram apoio à reeleição de Adolfo por 'unanimidade'

 


Osni afirma que deputados do PT aprovaram apoio à reeleição de Adolfo por 'unanimidade'
Foto: Priscila Oliveira / Bahia Notícias


O líder do PT na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Osni Cardoso, comentou sobre a decisão da sigla em apoiar a reeleição de Adolfo Menezes (PSD) na presidência da Casa. Segundo o deputado estadual, a decisão entre os correligionários foi realizada de forma unânime em reunião que aconteceu ainda nesta terça-feira (8).

 

“Por unanimidade, todos os deputados presentes confirmaram o apoio a Adolfo, em reconhecimento ao trabalho e a forma dele honrar compromissos. Mas, principalmente, a forma com que ele fez de manter os trabalhos da Casa firme, um diálogo firme com o governo do estado. O PT se soma a outros partidos, principalmente a PV e PCdoB, e vamos todos votar nele no dia 1 de fevereiro”, afirmou Osni.

 

A federação comandada pelos petistas já sacramentou o apoio a Adolfo, após reunião com o presidente estadual do PT, Éden Valadares. O anúncio, inclusive, foi feito ao longo da tarde desta terça (veja mais aqui).

 

Em relação a uma possível migração do PSOL à base governista de Jerônimo, o líder do PT afirmou que o apoio seria visto com bons olhos e que, apesar do deputado Hilton Coelho (PSOL) se demonstrar contrário, a decisão de uma suposta mudança caberia ao partido como inteiro.

 

“Kleber [Rosa] se mostrou uma pessoa preparada e acho possível um diálogo a partir daí. Eu sei que Hilton tem a posição dele, mas isso não se define sozinho. Vamos aguardar um posicionamento do PT, para nós, seria de bom grado. Somos oriundos do movimento estudantil e somos contemporâneos nessa luta aqui na Bahia”, explicou Osni.

 

Hilton Coelho declarou nesta terça que o PSOL vai compor a gestão de Jerônimo Rodrigues (PT) a partir de 2023. O deputado explicou que há uma série de políticas que devem implementadas pelo governador eleito Jerônimo, mas até o momento o petista não deu um sinal verde, o que impede o apoio da sigla nos próximos quatro anos

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