Serrinhense Uilquer Araújo chega ao fim da temporada como melhor judoca do ano na categoria 100kg

 

O judoca serrinhense Uilquer Araújo está entre os melhores do ano 2022 e o melhor na sua categoria 100kg. Os destaques do Judô serão premiados no dia 22 de janeiro de 2023 na Arena Esportes da Bahia, promovido pela Federação Baiana de Judô (FEBAJU).

Uilquer Araújo categoria até 100kg judô

O atleta vem conquistando vários títulos a nível estadual, nacional e internacional. “Foram muitas viagens e claro, como atleta de alto rendimento existe sim algumas lesões, mas nada grave, buscando recuperação a tempo das competições e poder estar trazendo ótimos resultados para nossa região sisaleira”, afirma Araújo.


Com toda dedicação Uilquer se consagrou como o melhor atleta da Bahia, primeiro lugar no ranking e também o melhor atleta nível nacional, primeiro do ranking, resultado que veio na sua sua categoria no peso 100kg, “assim temos uma dobradinha. Mais um historia fica registrada, tendo os principais títulos nesse ano 2022;
3º PAN- AMERICANO; 3º SUL-AMERICANO; VICE-CAMPEÃO OPEN-AMERICANO JUDÔ; CAMPEÃO COPA BAHIA; CAMPEÃO COPA ARACAJU; CAMPEÃO COPA MACEIÓ, entre outros títulos, incluindo baianos, etapas estaduais e circuitos baiano de Judô.”Encerramos com chave de ouro, sendo campeão em duas categorias até cem quilos”, comemora.

O atleta foca na sua próxima competição internacional em Cuba onde acontece a Copa Pan-americana de Judô mais ainda precisa de um bom patrocinador.

Uilquer inspiração em seu mestre e sua filha

O judoca disse ao Calila Noticias que “hoje estou competindo para representar não só a minha cidade serrinha, minha agremiação, região sisaleira, mais também por memoria meu  grande mestre que não está entre nós, mas sempre foi o maior incentivador e formador de atletas de todos os tempos o saudoso espanhol mestre sensei Ernesto M. Peleteiro. É ele o responsável por toda minha formação no judô e contribuiu muito na vida como cidadão, é por ele que ainda estou em cima dos tatames de competição. Hoje também tenho outro novo  motivo para ainda não ter pendurado o kimono das competições  e estar nos tatames. minha pequena Maju. minha filha de 4 aninhos, que deu seus primeiros passos no judô, quem sabe uma futura judoca coiteense?” Finalizou

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